sábado, 16 de abril de 2016

How the original green of actuality is

Let's do more, and watch less.
                                                      Photo tooked in some day of 2015.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Pôs o cavalo atrás da charrete


  
1, 2, 3, 4 tell me that you love me more
Sleepless long nights that is what my youth is for
Old teenage hopes are alive at your door
Left you with nothing but they want some more

Ohhhhh You're changing your heart
Ohhhhh You know who you are

Sweetheart, bitterheart, now I can't tell you apart
Cosy and cold, put the horse before the cart
Those teenage hopes who have tears in their eyes
Too scared to own up to one little lie

Ohhhhh You're changing your heart
Ohhhhh You know who you are

1, 2, 3, 4, 5, 6, 9 and 10
Money can't buy you back the love that you had then
1, 2, 3, 4, 5, 6, 9 and 10
Money can't buy you back the love that you had then

Ohhhhh You're changing your heart
Ohhhhh You know who you are
Ohhhhh You're changing your heart
Ohhhhh You know who you are
Who you are


For the teenage boys
They're breaking your heart
For the teenage boys
They're breaking your heart

O que é a juventude se não um período de metamorfose mais intensa do que o normal- onde nossas asas crescem mais ou são cortadas demais?- onde os dramas são mais complexos do que quando você era criança e brigava por um brinquedo? Agora são pessoas em jogo. Fica aí a dúvida no ar se a infantilidade evolui em nós, ou a evoluímos, deixando-as acomodada na nossa mente "tão crescida". São tantas as escolhas à serem feitas, tantas lágrimas e risos à serem gastos. Tantas palavras a serem contidas, quando na verdade deveriam sair em forma de orquestra pela sua boca, assim como pelas suas mãos, vasos gregos metaforizando suas ações deveriam se formar. São muitos nadas para fazer, no lugar de tudo, são muitos tudos pra fazer, no lugar de nada. Corações partidos, bolos repetidos, olhos nas mãos e peito estufado, dizemos adeus aos nossos tão amados, sonhos, carícias, loucuras a um milhão- por hora. Somos obrigados. Batemos na porta dos sonhos, mas a chave é necessária, ele as joga no terreno baldio da sua vida, quanto tempo à mais para encontrá-la?

domingo, 10 de abril de 2016

O frasco da Senhora da Sabedoria

Ela cheira à rosas de todas as cores,
à cartas antigas de vários amores
à brotos crescendo, de plantas já crescidas.
em seus óculos, finamente equilibrados
nas bordas dos seus olhos meio afundados, mas atentos
campos de girassóis se espalham
em suas pupilas
seu vestido florido, de cores preta, azul e amarela
é um jardim ambulante de bengala e fivela
ela assiste a novela e mesmo assim sabe
que a realidade é boa demais pra se viver
que na vida tem sempre algo a mais pra se aprender
todo dia ela se encontra na cadeira sentada
com seus pesinhos quietinhos no banquinho improvisado
é na simplicidade que ela deita e rola nos seus pensamentos sábios
seu riso é música antiga
nada de bossa nova, rock ou samba
é a música do vento frio soprado pelos coqueiros sentinelas
de sua morada eterna
os grilos formam a orquestra sinfônica
sítio novo é sua casa Branca
velho é seu apelido, ah, mas velho é só as estradas!
já comentou certa vez outra Senhora da Sabedoria.
ela pega sua agendinha todo domingo santo
o telefone escuta sua voz baixinha
até que ele deixa seus ruídos de lado, em troca daquela voz carinhosa
daquele cheiro de perfume dos olhos d'água encontrados
ela liga gentilmente, fala com seus filhos
escuta-os, entende-os, aconselha-os
através de um som, palavra ou palpite
e os embala como pequenos bombons de chocolate trufados,
e os coloca na cama com um beijo de boa noite
eles vão dormir sossegados e sortudos
por ela ser assim
livre, espontânea e cheirosa
uma flor mimosa que renasce
e vive
da
simplicidade.

A arte da guerra silenciosa Mover-se em prol de interesses, é natural. Considerar tempo, custo e benefício antes de tomar decisões, é insupo...