sábado, 27 de janeiro de 2024

Hoje assisti um filme que me lembrou que sou uma alguém sozinha. Sentimentos de solidão e solitude, e do que vai ser de mim na ausência carnal das pessoas que amo. Tua ausência ainda ressoa em mim como uma morte carnal. Não posso te ver, te tocar e nem dizer que te amo. Não posso ouvir tua voz rindo. Não posso sentir teu cheiro. Eu não escolhi isso, mas você sim. O que me resta é viver o luto e esperar não a sua volta, mas o dia em que lembrar da sua ausência não vai me trazer mais dor, e sim uma nostalgia boa.


terça-feira, 16 de janeiro de 2024

reencontrando o sentimento de vontade de levar meu corpo pra ver o mundo. de olhar pra ele como algo que precisa de manutenção. não é que ele carece, ele sente. se ele tem sede, eu dou água. se tem fome, dou comida. se pede colo, às vezes demoro para dar ouvidos, mas logo mais o permito chorar. se ele sente dor de ausências, faço poesia ou conto uma piada. se quer sumir, tento levar ele para ver o mais banal do cotidiano. não existe nada melhor do que permanecer no presente sem apagar um passado que foi bem vivido e soltar. e assim a tentativa de conviver comigo mesma se transforma numa grande amiga, ao invés de um peso.

A arte da guerra silenciosa Mover-se em prol de interesses, é natural. Considerar tempo, custo e benefício antes de tomar decisões, é insupo...