reencontrando o sentimento de vontade de levar meu corpo pra ver o mundo. de olhar pra ele como algo que precisa de manutenção. não é que ele carece, ele sente. se ele tem sede, eu dou água. se tem fome, dou comida. se pede colo, às vezes demoro para dar ouvidos, mas logo mais o permito chorar. se ele sente dor de ausências, faço poesia ou conto uma piada. se quer sumir, tento levar ele para ver o mais banal do cotidiano. não existe nada melhor do que permanecer no presente sem apagar um passado que foi bem vivido e soltar. e assim a tentativa de conviver comigo mesma se transforma numa grande amiga, ao invés de um peso.
terça-feira, 16 de janeiro de 2024
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