Dentro de colchões d'água existem espinhos finíssimos
Movem-se com as estações dos anos, às vezes amontoados em arestas, às vezes bem distribuídos
Talvez nenhum processo seja isento de sofrimento
Guardar os motivos numa caixa de música pra que suas lágrimas não dancem em ouvidos e bocas errantes por acreditarem na mentira que criam de si mesmos
O ego é faca cega, meus espinhos não.
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