Eu entendo -realmente entendo- o ato de se colocar num pedestal. Ele é compacto o suficiente para carregar e ao mesmo tempo não limitar o tamanho da sua liberdade, afinal não tem grades. Essa liberdade egoica de não fazer o que as pessoas esperam e o prazer de desapontá-las. O outro é só o outro, e o que o pedestal carrega é evitar a todo custo se envolver porque demonstrar qualquer tipo de vulnerabilidade emocional significaria se sujeitar a possibilidade de se magoar. Apesar de que reconhecer a própria existência, dói. Se fantasiar com a ideia de que a liberdade tem o tamanho de um ego inflado é anestesiante, quando na verdade esse é o local que mais a limita. "Sua liberdade termina quando a do outro começa". Mas é tão difícil assim de acreditar que os limites da liberdade podem ser, ao invés de divisórias, portas?
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